sexta-feira, 8 de abril de 2011

Maternidade Real

Oiiiii


Hoje faço parte de uma blogagem coletiva, sim nós mães resolvemos escrever hoje sobre o mesmo tema: Maternidade Real, como foi dito nos blogs queridos da Camila e da Carol, vamos conversar. :)


Estamos hoje vivendo uma materinidade cheias de desafios e lendo matériass, posts, vendo TV, escola, etc, etc....ficamos cheias de informação, mas nada melhor do que o nosso coração de mãe para nos guiar para o melhor caminho no aprendizado de nossos filhos.


Vivi uma situação que me fez lembrar a famosa polêmica das coleirinhas e mochilinhas, elas ficam presas nas costas das crianças, podem ser de bichinhos e delas saem o elástico que os pais seguram. Pode parecer assustador esse tipo de "segura criança", confesso que já critiquei ao ver um reportagem sobre o assunto pois nessa época nem tinha filhos, mas na prática a realidade é outra.

Domingo fomos no aeroporto Cumbica buscar o papai de uma viagem de 15 dias, as crianças estavam eufóricas por esse dia, mas chegar de viagem num domingo as 5 da tarde, foi um verdadeiro caos, para mim um verdadeiro desafio de estar alegre em rever o maridão e atenta as muitas situações de riscos que os meus filhos estavam expostos. Nossa, eram centenas e centenas de pessoas com suas malas, revendo seus familiares, uns correndo para uma conexão outros simplesmente atrasados ou indo em direção a saída e meus filhos sem perceberem o risco, pois são crianças descobrindo os espaços, estavam querendo brincar de "quem chega primeiro até a parede", isso dava uns 8 metros..., e pensei que nesse momento tinha que ter ou os três olhos (um na Luiza, outro no Pedro e outro procurando o Marido)...ou as mochilinhas, rsrss e não sentiria vergonha, pois não é a criança que se perde e sim o adulto que perde a criança.
Podia sim ter combinado com o marido: (Nos encontramos no café, ou em outro lugar...) mas e a graça de ficar na espectativa de rever o pai pelas portas que se abrem e ver as crianças correrm na direção dos braços do pai?rsrsss
(obs: Sei que aeroporto não é playgroud, e que eles não deveriam ficar correndo, pois bem, eles tentaram, mas era tanta gente que nem precisei falar duas vezes..."Não é para correr aqui!"

Tenho amigos que tem filhos e muitos que ainda não tem, e sempre escuto as frases: (Nossa ninguém me avisou que seria assim!) Ou (Nossa, vc fala de um jeito, quero só ver quando chegar minha vez e passar por tudo isso!)...essa é a diferença da Maternidade real da Maternidade idealizada.

São tantos detalhes que no dia a dia vamos percebendo que temos grandes dificuldades, mas que somos heroínas pois conseguimos alcançar nossos objetivos de mãe, ou estamos tentando, rs

Sou uma mãe preocupada com a saúde, educação, diversão, prazer, conhecimento, etc, etc, etc... Idealizei que meus filhos gostassem de torta de brócolis, peixe, alface, suco de laranja com beterraba, hummm, eu adoro tudo isso!!!! E mesmo essa alimentação sendo oferecida a eles e vendo a mãe comer tudim, tudim eles não comem....claro que ainda dá tempo, estou falando de HOJE, e a realidade também me fez ter a necessidade de sim, oferecer o iorgute que termina com "inho", quando eram bebês e ficavamos o domingo fora, dava a famosa comidinha de potinho...idealizamos, mas a realidade é diferente..e não tem problema ué! Não é mesmo?

Na real: Ser mãe hoje é completamente diferente, mas mãe é tudo igual, só muda de endereço! Então somos todas iguais de maneiras diferentes... rsrsrsrss




Bjuuuu
Gi

6 comentários:

K∂riиє* Smith. disse...

Acho que no fundo somos todas iguais, a diferença é que umas querem parecer perfeitas (não sei para quem) e outras são reais, como nós, que temos filhos que não gostam de legumes, que se perdem quando nos distraímos e que fazem a genre desejar ter três olhos.

Legal sua participação,

Escrevi meu texto no link http://www.kaentrenos.net/2011/04/eu-sou-melhorque-posso-ser.html

abraços

Camila disse...

Adorei a sua participação nessa blogagem coletiva tão importante. A gente vê q a realidade da maternidade está mesmo em coisas q parecem detalhes pequenos do dia-a-dia, né?
Bjos,
Camila
www.mamaetaocupada.blogspot.com

Biula disse...

Oi, Gi!

Ser mãe é amar os filhos, tudo o mais é consequência, não é?
Parabéns pra vc, que ama e cuida dos seus pimpolhos!

Beijo,

Paula K. disse...

Oi Gi!

Sou da turminha que vc citou que não tem filhos. E na verdade vejo que não tenho a mínima vocação. E eu acho que quando não se tem vontade, melhor não se "aventurar a ser mãe". Pois tem que ser uma escolha consciente.

Lembro-me que vc sempre falava no seu sonho de ser mãe. Acompanho sua vida agora de longe, mas dá para perceber que a Luiza e o Pedrinho são abençoados de tê-la como mãe deles. Vc transmite ter muito zelo por eles. Tem suas dificuldades, como vc mesma disse, mas são desafios que lhe trazem felicidade ao alcançar a vitória de estar fazendo a diferença na vida deles. Eles parecem tão felizes!!! Parabéns!!! E estou esperando uma foto do aniversário da bailarina Luiza, hein?
Ótimo fds para vc!!!
Bjinhos, Paula K.

Marusia disse...

Gisele,
volta e meia ouço essa frase das recém-mamães: "ninguém me avisou que seria assim!" Mas, na verdade, quando estamos grávidas, até nos avisam, mas sempre achamos: "comigo, será diferente..." E aí descobre que não foi muito como imaginávamos... existe um sentimento de inadequação, até que vemos que não estamos sozinhas, e essa blogagem prova isso!
http://maeperfeita.wordpress.com/2011/04/08/os-perigos-de-ser-uma-mae-perfeita/
Um beijo,
Marusia

Karin - @karinpetermann disse...

Oi Gi...

Olha você bem falou, idealizamos, mas nem sempre a realidade nos permite realizar 100% então seguimos tentando, principalmente em melhorar como mães pra criar melhores filhos!!!